Ana Rita Sevilha, in
Construir14 de Abril de 2008
O gabinete de arquitectura
Plaren, de Victor e Paulo de Sousa, ficaram em terceiro lugar num concurso internacional para a Estónia, que visava o projecto para a nova Academia de Artes da capital daquele país, Tallinn.
De acordo com os arquitectos, a proposta apresentada previa "a construção de um edifício que se eleva do solo como se flutuasse e suavemente pousasse naquele local. Um edifício singular, leve e expressivo, fragmentado por conter várias actividades sem perder o carácter de unidade do conjunto".
Constituído por dois elementos, o projecto assinado pelo Plaren contempla um embasamento e "diferentes volumes regulares com uma dominante vertical colocados sobre o embasamento", pode ler-se na memória descritiva do projecto.
Para Victor e Paulo Sousa a luz foi uma das grandes preocupações na criação da proposta. "Panos de vidro verticais, clarabóias e poços de luz exploram a luz natural de diferentes formas e permitem simultaneamente a iluminação natural de todos os espaços principais do edifício", pode ler-se no mesmo documento.
As fachadas mutantes são outra das características do projecto do gabinete português.
Os arquitectos portugueses ficaram em terceiro lugar num universo de 105 propostas.
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Plaren]